wellcome // bienvenu // hola // olá

wellcome // bienvenu // hola // olá

we are more – act for culture in Europe

.
.
.
I'm very happy with your arrival! this virtual place is focused on the (so called) feminin and masculin voice's", by the Art's approach, and it is not a diary-blog. I wish you enjoy with pleasure and comments :-)
//
Je suis enchantée de votre visite! Remarquez que ce blog (n'est pas un blog-périodique), est construit autour des (désignés comme) voix et regards au féminin et au masculin à travers les contributions de l'Art. Il ne me reste que vous désirer deux toutes petites choses: qu'ayez plaisir ici et... qu'il soit partagé=comenté:-) avec moi.

//
!Hola! !estoy encantada con tu visita! mira una cosilla: este blog no es de edición diária ?vale?. Es un blog centrado en las (designadas como) voces y miradas en el femenino (y en el masculino), segundo las aportaciones de L'Arte. Mis votos de que disfrutes por acá y... de que puedas compartir conmigo ese placer :-).
.
.
.

musical's wellcomings / les bienvenues musicales / las bienvenidas musicales

Send me your sounds
Showing posts with label posts in portuguese. Show all posts
Showing posts with label posts in portuguese. Show all posts

04 October 2010

02 September 2009

19 April 2009

Grupo Poético de Aveiro: O Discurso Poético em Aveiro — Encontro Internacional de Poesia (Museu da Cidade, 18/Abril/2009)

.
Por las Palabras de:
.
José António Vale Alonso (Zamora, es)
.
Donaciano Cantera del Río (Paléncia, es)
.
Araceli Saguillo (Paléncia, Valladolid)
.
Giovanna Mulas (Sardenha, it)
.
Gabriel Impaglione (ar, it)
.
Fernando Luís Pérez Pozza (Pontevedra, es)
.
Brigina Gentie (Roma, it)
.
Asun Estevez (Pontevedra, es)
.
Olinda Beja (S. Tomé e Príncipe)
.
y de los Miembros del "Grupo Poético de Aveiro"
.
la Poesía encantó a la Ciudad.
.
Un gusto; un placer.
.

12 April 2009

Manifesto Slow Food, 1989 — bom, limpo e justo

MANIFESTE DE L'ASSOCIATION SLOW -FOOD
.

MOUVEMENT INTERNATIONAL 
POUR LA SAUVEGARDE ET LE DROIT AU PLAISIR
.
Notre siècle est né et a grandi sous le signe de la civilisation industrielle,
qui a d'abord, inventé la machine pour en faire ensuite son modèle de vie.
La vitesse est devenue notre prison et nous sommes tous atteints du même
virus : la "Fast Life" qui bouleverse nos habitudes, nous poursuit jusque dans
nos foyers, nous conduisant à nous nourrir de "Fast-Food".
Toutefois, l' homo sapiens se doit de recouvrer la sagesse et se libérer du carcan
de la vitesse s'il ne veut pas devenir une une espèce en voie de disparition .
Aussi contre la folie universelle de la "Fast-Life" prenons la défense du
plaisir de vivre .
Contre ceux, et ils sont légions, qui confondent efficacité et frénésie, nous
proposons ce vaccin : jouir sûrement, lentement, pleinement, et sans excès des
plaisirs des sens .
Afin de lutter contre l'avilissement du "Fast-Food", commençons par la
table avec le "Slow Food"
.
.
.

MANIFESTO DE LA "SLOW FOOD"
.

MOVIMIENTO INTERNACIONAL PARA LA TUTELA Y EL DERECHO AL PLACER.
Este nuestro siglo, que ha nacido y crecido bajo el signo de la civilizaciòn
industrial, ha inventado primero la maquina y luego la ha transformada en su
propio modelo de vida. La velocidad nos ha encadenado, todos somos presa del
mismo virus: la "Fast-Life", que conmociona nuestros habitos, invade nuestros
hogares, y nos obliga a nutrirnos con la "Fast-Food".
Sin embargo, el homo sapiens debe recuperar su sabiduria y liberarse de
la velocidad que lo puede reducir a una especie en extinciòn.
Por lo tanto, contra la locura universal de la "Fast-Life", se hace necesario
defender el tranquilo placer material.
Contrariamente a aquellos, que son los màs, que confunden la eficiencia
con el frenesi, proponemos come vacuna una adecuada porciòn de placeres
sensuales asegurados, suministrados de tal modo que proporcionen un goce
lento y prolongado.
Comencemos desde la mesa con la "Slow-Food", contra el achatamiento
producido por la "Fast-Food".
.
.
.

MANIFESTO "SLOW FOOD"
"O nosso século, 
que se iniciou e tem se desenvolvido 
sob a insígnia da civilização industrial, 
primeiro inventou a máquina 
e depois fez dela o seu modelo de vida.
.

Somos escravizados pela rapidez 
e sucumbimos todos ao mesmo vírus insidioso: 
a Fast Life, 
que destrói os nossos hábitos, 
penetra na privacidade dos nossos lares 
e nos obriga a comer Fast Food.
.

O Homo sapiens
para ser digno desse nome, 
deveria libertar-se da velocidade
antes que ela o reduza a uma espécie em vias de extinção.
.

Um firme empenho na defesa da tranqüilidade 
é a única forma 
de se opor à loucura universal da Fast Life.
.

Que nos sejam garantidas 
doses apropriadas de prazer sensual 
e que o prazer lento e duradouro 
nos proteja do ritmo da multidão 
que confunde frenesi com eficiência.
.

Nossa defesa deveria começar à mesa com o Slow Food."
.
.
Movimento Internacional Slow Food 
Oficialmente: quando representantes de 15 países endossaram este manifesto, 
escrito por um dos fundadores, 
Folco Portinari, 
em 09 de Novembro de 1989.
.
.
.

"Ognuno di noi è chiamato a praticare e diffondere un nuovo, più preciso, e
al tempo stesso più diffuso, concetto di qualità alimentare, che si basa su tre
requisiti imprescindibili e interconnessi. Il cibo di qualità deve essere:
.

Buono. La bontà organolettica, che sensi educati e allenati sanno riconoscere,
è il risultato della competenza di chi produce, della scelta delle materie prime,
e di metodi produttivi che non ne alterino la naturalità;
.
Pulito. L’ambiente deve essere rispettato e pratiche agricole, zootecniche,
di trasformazione, di commercializzazione e di consumo sostenibili dovrebbero
essere prese in seria considerazione. Tutti i passaggi della filiera agro-alimentare,
consumo incluso, dovrebbero infatti proteggere gli ecosistemi e la biodiversità,
tutelando la salute del consumatore e del produttore;
.

Giusto. La giustizia sociale va perseguita attraverso la creazione di condizioni
di lavoro rispettose dell’uomo e dei suoi diritti e che generino un’adeguata
gratificazione; attraverso la ricerca di economie globali equilibrate; 
attraverso la pratica della solidarietà; attraverso il rispetto 
delle diversità culturali 
e delle tradizioni;" 
( qui  e qui )
.

22 February 2009

MASQUERADE: Carnival / Máscaras / Brásiu and... Mulheres - de Atenas

.

Ney Matogrosso cantando Mulheres de Atenas (Show Bandido de 1976)
.



.
.
.

o autor: Chico Buarque de Holanda (1976; MPB)
.
.

  Mulheres de Atenas
Chico Buarque - Augusto Boal/1976
Para a peça Mulheres de Atenas de Augusto Boal


Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Vivem pros seus maridos, orgulho e raça de Atenas
Quando amadas, se perfumam
Se banham com leite, se arrumam
Suas melenas
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem, imploram
Mais duras penas
Cadenas

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos, poder e força de Atenas
Quandos eles embarcam, soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam sedentos
Querem arrancar violentos
Carícias plenas
Obscenas

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Despem-se pros maridos, bravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar o carinho
De outras falenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas
Helenas

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Geram pros seus maridos os novos filhos de Atenas
Elas não têm gosto ou vontade
Nem defeito nem qualidade
Têm medo apenas
Não têm sonhos, só têm presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas sirenas
Morenas

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadas
E as gestantes abandonadas
Não fazem cenas
Vestem-se de negro, se encolhem
Se conformam e se recolhem
Às suas novenas
Serenas

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas

1976 © by Cara Nova Editora Musical Ltda. 
Av. Rebouças, 1700 CEP 057402-200 - São Paulo - SP, 
Marola Edições Musicais 
Todos os direitos reservados. 
Copyright Internacional Assegurado. Impresso no Brasil

.
.


.

.
Mulheres de Hollanda (Centro Cultural Carioca 30/07/2008)
.



.

21 February 2009

Il Divo - The Power Of Love (La Fuerza Mayor)

.
(click the post's title and enjoy the video)
.

"Four singers from different countries 
and different musical disciplines 
discovered a new unity of purpose." 
.
Il Divo The Power Of Love (La Fuerza Mayor) from the album The Power Of Love (La Fuerza Mayor) (C) 2008 Simco Limited under exclusive license to Sony BMG Music Entertainment (UK) Limited
.
outras versões desta peça?
sim?
/
let's ear other versions
.
.
let's begin with: the authors:

Lyric (1984):
I'll protect you from the hooded claw
Keep the vampires from your door

Feels like fire
I'm so in love with you
Dreams are like angels
They keep bad at bay-bad at bay
Love is the light
Scaring darkness away-yeah

I'm so in love with you
Purge the soul
Make love your goal

[1]-The power of love
A force from above
Cleaning my soul
Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal

I'll protect you from the hooded claw
Keep the vampires from your door
When the chips are down I'll be around
With my undying, death-defying
Love for you

Envy will hurt itself
Let yourself be beautiful
Sparkling love, flowers
And pearls and pretty girls
Love is like an energy
Rushin' rushin' inside of me

[Repeat 1]

This time we go sublime
Lovers entwine-divine divine
Love is danger, love is pleasure
Love is pure-the only treasure

I'm so in love with you
Purge the soul
Make love your goal

The power of love
A force from above
Cleaning my soul
The power of love
A force from above
A sky-scraping dove

Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal

I'll protect you from the hooded claw
Keep the vampires from your door
.
Frankie Goes to Hollywood (1984)
.
.
.


.
.

.
Frankie Goes To Hollywood - The Power of Love: 
Original extended version album:

.
.
Holly Johnson
.


.
.


Anneke van Giersbergen - @ Melkweg Amsterdam, 2009
.


.

20 February 2009

O Amor ao Canto do bar Vestido de Negro OlgaRoriz

(click the post's title and find the video, and others)
.
Filmagem e pós-produção: Roriz Audiovisuais
.
Montagem
Olga Roriz
Victor Roriz
.
Duração: 01:37 seg
.

03 February 2009

Algumas Reflexões Sobre a Mulher - Eugénio de Andrade

.
.
.
Elas são as mães: 
rompem do inferno, furam a treva, 
arrastando 
os seus mantos na poeira das estrelas. 
.
.
.
Animais sonâmbulos, 
dormem nos rios, na raiz do pão. 
.
.
.

Na vulva sombria 
é onde fazem o lume: 
ali têm casa. 
Em segredo, escondem 
o latir lancinante dos seus cães. 
.
.
.
Nos olhos, o relâmpago 
negro do frio. 
.
.
.
Longamente bebem 
o silencio 
nas próprias mãos. 
.
.
.
O olhar 
desafia as aves: 
o seu voo é mais fundo. 
.
.
.
Sobre si se debruçam 
a escutar 
os passos do crepúsculo. 
.
.
.
Despem-se ao espelho 
para entrarem 
nas águas da sombra. 
.
.
.
É quando dançam que todos os caminhos 
levam ao mar. 
.
.
.
São elas que fabricam o mel, 
o aroma do luar, 
o branco da rosa. 
.
.
.
Quando o galo canta 
Desprendem-se 
para serem orvalho. 
.



16 December 2008

neste Natal: Grande Pessoa (A. Caeiro) pla Sábia Bethânia

.
.

Pessoa por Bethânia seguido do hino ao Sagrado: "Imitação" e "Rosa dos Ventos"

.
(...) e a multidão vendo em pânico / a multidão vendo, atónita - ainda que tarde -, o seu despertar!"
.
.

.

dos bueiros 2. - ou a rasura do Sagrado: Geni e o zepelim - Chico Buarque (1977-78) - poema e música

.

De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ela já foi namorada
O seu corpo é dos errantes
Dos cegos, dos retirantes
É de quem não tem mais nada
Dá-se assim desde menina
Na garagem, na cantina
Atrás do tanque, no mato
É a rainha dos detentos
Das loucas, dos lazarentos
Dos moleques do internato
E também vai amiúde
Co'os velhinhos sem saúde
E as viúvas sem porvir
Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante
Um enorme zepelim
Pairou sobre os edifícios
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim
A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geléia
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo - Mudei de idéia
- Quando vi nesta cidade
- Tanto horror e iniquidade
- Resolvi tudo explodir
- Mas posso evitar o drama
- Se aquela famosa dama
- Esta noite me servir
Essa dama era Geni
Mas não pode ser Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Mas de fato, logo ela
Tão coitad e tão singela
Cativara o forasteiro
O guerreiro tão vistoso
Tão temido e poderoso
Era dela, prisioneiro
Acontece que a donzela
- e isso era segredo dela
Também tinha seus caprichos
E a deitar com homem tão nobre
Tão cheirando a brilho e a cobre
Preferia amar com os bichos
Ao ouvir tal heresia
A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão
O prefeito de joelhos
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão
Vai com ele, vai Geni
Vai com ele, vai Geni
Você pode nos salvar
Você vai nos redimir
Você dá pra qualquer um
Bendita Geni

Foram tantos os pedidos
Tão sinceros tão sentidos
Que ela dominou seu asco
Nessa noite lancinante
Entregou-se a tal amante
Como quem dá-se ao carrasco
Ele fez tanta sujeira
Lambuzou-se a noite inteira
Até ficar saciado
E nem bem amanhecia
Partiu numa nuvem fria
Com seu zepelim prateado
Num suspiro aliviado
Ela se virou de lado
E tentou até sorrir
Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir
Joga pedra na Geni
Joga bosta na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni
.
.
.

eme Loves SorrisosPerfeitos

eme Loves SorrisosPerfeitos
porque saben lo que hacen